O Lollapalooza 2027 acontece em 19, 20 e 21 de março, em Interlagos, e marca os 15 anos do festival no Brasil!

O esperado anúncio oficial reúne nomes de peso do cenário atual como: Travis Scott, Charli XCX, The Killers, David Guetta, Queens of the Stone Age, The Neighbourhood, Fontaines D.C., The Prodigy, Sombr, Mochakk, Dominic Fike, Raye, Cage the Elephant, Lola Young, Leon Bridges, The Avalanches, Nação Zumbi, Criolo, Rodrigo Amarante e muitos outros.

Lollapalooza Brasil 2027. 15 anos de história, grandes estreias e um line-up dos sonhos para transformar Interlagos!

Travis Scott, Charli XCX, The Killers, David Guetta, Queens of the Stone Age, The Prodigy, Fontaines D.C. e dezenas de outros artistas estão confirmados para a edição que celebra 15 anos do Lolla no Brasil!

A contagem regressiva começou!

O Lollapalooza Brasil 2027 já tem seus protagonistas, seus palcos e, principalmente, um line-up que promete fazer do Autódromo de Interlagos novamente o ponto de encontro de diferentes gerações e estilos musicais.

Nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027, São Paulo receberá a edição comemorativa de 15 anos do Lollapalooza no Brasil. E se existe uma palavra capaz de definir o clima neste momento é expectativa.

Não apenas pelos headliners, mas pela combinação de artistas consagrados, nomes que estão vivendo o auge de suas carreiras, revelações internacionais e atrações brasileiras que ajudam a manter a identidade plural do festival.

Entre os grandes nomes presentes estão Travis Scott, Charli XCX, The Killers, David Guetta, Queens of the Stone Age, The Neighbourhood, Fontaines D.C., The Prodigy, Sombr, Mochakk, Dominic Fike, Malcolm Todd, Raye, Geese, Cage the Elephant, Lola Young, Slayyyter, Adéla, Marlon Hoffstadt, Four Tet, Leon Bridges, The Avalanches, Violet Grohl, Boy Harsher, Nação Zumbi, Criolo, Rodrigo Amarante, Rawayana e Die Spitz, além de dezenas de outros artistas.

É uma programação que atravessa rock, pop, hip-hop, eletrônico, indie, R&B, música brasileira e novas tendências da música mundial.

E há um detalhe especialmente interessante: para alguns desses artistas, Interlagos será a porta de entrada para o público brasileiro.

A história. De uma despedida nasceu um dos maiores e melhores festivais do mundo.

Para entender a dimensão do Lollapalooza, é preciso voltar a 1991.

O festival nasceu nos Estados Unidos pelas mãos de Perry Farrell, vocalista do Jane’s Addiction. A ideia original era criar uma turnê de despedida para a banda.

Só que aquela despedida acabou se transformando no nascimento de uma das marcas mais importantes da história dos festivais de música.

O primeiro Lollapalooza já carregava uma característica que permaneceria na identidade do evento: a mistura de estilos.

Rock alternativo, punk, rap, música eletrônica e manifestações culturais conviviam no mesmo espaço.

O festival nasceu justamente com a proposta de não ficar preso às fronteiras tradicionais da música.

Depois de anos como festival itinerante, dificuldades e uma tentativa de retorno que não funcionou, o Lollapalooza encontrou seu novo formato em 2005, quando passou a ser realizado em Chicago, no Grant Park.

Foi a transformação definitiva.

O que havia começado como uma turnê de despedida tornou-se um festival de destino, capaz de reunir grandes estrelas internacionais e artistas emergentes em uma mesma programação.

Perry Farrell: o grande homem por trás da ideia.

Perry Farrell continua sendo uma das figuras fundamentais para entender o DNA do Lollapalooza.

Muito mais do que um músico que criou um festival, Farrell ajudou a estabelecer uma nova maneira de pensar grandes eventos musicais.

A ideia era colocar artistas de diferentes universos no mesmo ambiente e permitir que o público descobrisse novas sonoridades.

E essa característica permanece até hoje.

O Lollapalooza se transformou em uma enorme operação internacional, mas a essência continua sendo a diversidade.

Atualmente, a produção do festival está ligada à C3 Presents, empresa que produz o Lollapalooza e que passou a ter participação controladora da Live Nation em 2014.

É importante fazer essa distinção. Perry Farrell é o criador e uma figura central na história da marca, mas a operação empresarial do festival, porém, envolve uma estrutura corporativa muito maior.

O Lollapalooza chega ao Brasil. A história brasileira começou em 2012.

Nos dias 7 e 8 de abril daquele ano, o Lollapalooza desembarcou no Jockey Club de São Paulo.

Era a primeira edição brasileira e também uma aposta ousada.

Trazer para o país uma marca internacional que já começava a ganhar enorme relevância fora dos Estados Unidos.

O público brasileiro recebeu nomes como Foo Fighters e Arctic Monkeys, dois dos grandes destaques daquela primeira edição.

No ano seguinte, o festival cresceu e passou a ter três dias de duração.

Vieram Pearl Jam, The Killers e The Black Keys, entre outros.

Em 2014, o Lolla encontrou sua casa atual, o Autódromo de Interlagos.

Desde então, Interlagos deixou de ser apenas um circuito automobilístico e passou a fazer parte da geografia dos grandes festivais brasileiros.

Ao longo dos anos, o Lollapalooza se consolidou como um dos principais eventos de música do país.

Desde sua chegada ao Brasil, o festival já recebeu mais de 820 artistas nacionais e internacionais e levou milhões de pessoas ao Autódromo de Interlagos.

2027, 15 anos de Lolla no Brasil.

É nesse contexto que chega a edição de 2027.

Uma edição comemorativa naturalmente aumenta a responsabilidade da organização.

Não basta simplesmente montar um bom line-up.

O público espera momentos históricos.

E o festival parece apostar justamente nessa combinação. Com grandes nomes que já possuem uma relação com o público brasileiro e artistas que representam o futuro da música.

Travis Scott retorna ao Brasil como um dos principais nomes da programação. O rapper americano fez sua estreia no país no Primavera Sound São Paulo, em 2022, em uma apresentação marcada pela enorme energia do público.

Agora, ele chega ao Lollapalooza em outra dimensão de carreira.

Charli XCX também retorna ao país.

A britânica, que se tornou um dos grandes nomes do pop contemporâneo, traz para Interlagos toda a força de uma carreira que conseguiu aproximar pop, música eletrônica, cultura de internet e experimentação.

E há ainda The Killers, uma das bandas que mais ajudaram a construir a história do próprio Lollapalooza brasileiro.

A banda já esteve no festival e retorna em uma edição simbólica.

David Guetta, outro gigante da música eletrônica, completa o grupo de atrações capazes de reunir públicos muito diferentes.

As estreias que podem virar os grandes momentos do festival

Se os veteranos trazem segurança, são os estreantes que podem produzir algumas das maiores surpresas.

E talvez o caso mais emblemático seja o Fontaines D.C.

A banda irlandesa deveria ter feito sua primeira apresentação no Brasil no Lollapalooza 2025.

O show, entretanto, foi cancelado depois que o vocalista Grian Chatten foi diagnosticado com uma hérnia de disco.

A frustração ficou.

Agora, dois anos depois, a banda volta ao line-up.

Se tudo correr como planejado, 2027 finalmente será o ano da estreia brasileira do Fontaines D.C.

E a espera aumentou ainda mais a expectativa.

O grupo se tornou uma das principais forças do rock alternativo contemporâneo e chega ao Brasil em um momento de crescimento internacional.

Sombr uma estreia cercada de expectativa.

Outro nome que chama atenção é Sombr.

O jovem cantor e compositor americano chega ao Lolla como um dos nomes da nova geração do pop alternativo.

Com músicas que ganharam enorme força nas plataformas digitais e nas redes sociais, Sombr representa exatamente aquela característica que o Lollapalooza sempre soube explorar. A apresentar ao público brasileiro artistas que ainda estão construindo sua trajetória global.

Interlagos pode ser o primeiro grande encontro do artista com o público brasileiro.

Adéla: uma nova estrela do pop.

A eslovaca Adéla é outro nome para ficar de olho.

A artista de apenas 22 anos vem chamando atenção internacional com uma mistura de pop e música eletrônica.

Sua trajetória ganhou impulso depois de sua participação no projeto Dream Academy, que deu origem ao grupo KATSEYE.

Depois disso, Adéla construiu uma carreira solo e passou a receber apoio de nomes importantes da indústria.

Em 2027, ela terá diante de si um dos maiores públicos de sua carreira.

E pode ser justamente em Interlagos que muitos brasileiros descubram seu trabalho.

Geese: o rock que chega do Brooklyn.

O Geese, grupo formado no Brooklyn, também representa a nova geração do rock americano.

A banda ganhou atenção por uma sonoridade que mistura rock alternativo, pós-punk e experimentação.

É justamente o tipo de atração que pode conquistar um público que chega ao festival sem conhecer a banda e sai de Interlagos procurando seus discos e músicas.

Essa é uma das grandes virtudes do Lolla. Transformar descobertas em memórias.

Die Spitz e a força do novo rock.

O trio americano Die Spitz também aparece entre as atrações que despertam curiosidade.

A banda ganhou espaço no circuito alternativo com uma combinação de punk, garage rock e energia de palco.

É uma escolha que conversa diretamente com a tradição do Lollapalooza de colocar artistas emergentes ao lado de grandes estrelas.

E há muito mais!

O line-up de 2027 vai muito além dos grandes nomes anunciados no topo do cartaz.

The Prodigy, por exemplo, leva para Interlagos uma história de décadas na música eletrônica e uma mistura explosiva de rave, rock e música industrial. Que saudade…

Queens of the Stone Age representa a força do rock.

The Neighbourhood retorna ao país trazendo uma nova fase depois de um período de pausa.

Cage the Elephant acrescenta mais uma camada de rock alternativo à programação.

Leon Bridges representa o soul e o R&B.

Four Tet, Boys Noize, Sammy Virji, Carlita, Marlon Hoffstadt e Mochakk ampliam o território eletrônico.

No pop, nomes como Raye, Lola Young, Slayyyter, Julia Wolf e Nina Jirachi mostram diferentes caminhos da música contemporânea.

E de outro giro a música brasileira aparece com força.

Nação Zumbi, Criolo, Rodrigo Amarante, Amaro e Dino, Cat Dealers, Grag Queen, Luana Flores, Buhr, El Efecto, Deafkids, Marina Diniz, Mary Olivetti, DJ Tamy e muitos outros artistas nacionais ajudam a construir uma programação que não transforma o Lolla em um festival exclusivamente internacional.

Uma programação que representa o presente e aponta para o futuro

Talvez seja essa a principal característica do Lollapalooza 2027.

O festival não está simplesmente olhando para os 15 anos que passaram.

Está tentando mostrar para onde a música está indo.

De um lado, nomes que já possuem décadas de carreira.

Do outro, artistas que começaram a construir seus públicos principalmente por meio das plataformas digitais.

Entre eles, uma geração que transita livremente entre gêneros.

É uma fotografia bastante clara do momento atual da indústria musical.

Hoje, a separação entre pop, rock, eletrônico, hip-hop e música alternativa é cada vez menos rígida.

E o Lollapalooza continua explorando exatamente esse território.

Interlagos novamente será o grande palco.

Nos dias 19, 20 e 21 de março, o Autódromo de Interlagos deverá se transformar mais uma vez em uma verdadeira cidade da música.

Serão três dias de shows, descobertas, encontros, filas, correria entre palcos, fotos, festivais de sabores, ativações de marcas e aquela velha dúvida que acompanha todo frequentador do Lolla:

“Qual show eu vou perder para conseguir assistir ao outro?”

Porque festival também é escolha.

É descobrir um artista desconhecido enquanto se espera por outro.

É chegar cedo para ver uma banda pequena e, horas depois, estar diante de uma multidão cantando um dos maiores hits do mundo.

É justamente essa mistura que fez o Lollapalooza sobreviver a diferentes gerações e continuar relevante.

A contagem regressiva já começou

 

O Lollapalooza Brasil 2027 ainda está a alguns meses de distância, mas a experiência já começou.

Começou com os rumores.

Passou pelas listas de desejos dos fãs.

Chegou ao anúncio do famigerado line-up.

Agora vem a fase dos palpites sobre os horários, dos possíveis conflitos entre atrações, das escolhas dos dias e da preparação para enfrentar três dias de música em Interlagos.

E, principalmente, vem a expectativa por aqueles momentos que não podem ser planejados. E que se tornarão inesquecíveis!

Porque todo grande festival tem shows que o público espera.

Mas também tem aqueles que ninguém imaginava que seriam inesquecíveis.

E talvez seja justamente aí que esteja a maior promessa e expectativa do Lollapalooza Brasil 2027.

Depois de 15 anos, o Lolla já provou que sabe fazer história.

Agora, a pergunta é: qual será a história que Interlagos vai contar em março de 2027?

A contagem regressiva começou.

Lolla 2027, estamos chegando!

Texto

CÉSAR OLIVEIRA

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Editor  César Oliveira